Por que o microchip vem primeiro
Em muitos destinos, a vacina antirrábica e os exames sorológicos só têm validade documental se aplicados depois da implantação do microchip. Se a ordem for invertida, a etapa pode precisar ser refeita.
Na maioria dos processos de viagem internacional, a identificação por microchip precisa vir antes da vacinação e dos exames — a ordem errada pode invalidar toda a etapa seguinte.
Viajar com um pet exige atenção aos detalhes — e cada país tem suas próprias regras. A Viagem Pet transforma a burocracia em um plano simples, com orientação veterinária e acompanhamento próximo.
Conheça nossas soluções →Do primeiro checklist ao documento em mãos, você tem uma equipe que acompanha cada detalhe.
Em muitos destinos, a vacina antirrábica e os exames sorológicos só têm validade documental se aplicados depois da implantação do microchip. Se a ordem for invertida, a etapa pode precisar ser refeita.
Alguns países exigem microchips compatíveis com leitura internacional (padrão ISO). Antes de viajar, vale confirmar se o chip do seu pet é reconhecido no destino ou se será necessário levar um leitor próprio.
O número do microchip normalmente precisa aparecer na carteira de vacinação, no atestado de saúde e, quando exigido, no Certificado Veterinário Internacional (CVI).
Se o seu pet ainda não foi identificado, esse costuma ser o primeiro passo do planejamento, antes de agendar vacina ou sorologia — isso evita retrabalho e atraso no cronograma.
Vale reconferir se o número do microchip está legível e igual em todos os documentos (carteira, atestado, CVI). Divergências são um dos motivos mais comuns de problema em despacho.
Você não precisa decifrar regras sozinho. A nossa equipe organiza o caminho para que cada etapa aconteça no tempo certo.
Em muitos destinos, a vacina antirrábica e os exames sorológicos só têm validade documental se aplicados depois da implantação do microchip. Se a ordem for invertida, a etapa pode precisar ser refeita.
Alguns países exigem microchips compatíveis com leitura internacional (padrão ISO). Antes de viajar, vale confirmar se o chip do seu pet é reconhecido no destino ou se será necessário levar um leitor próprio.
O número do microchip normalmente precisa aparecer na carteira de vacinação, no atestado de saúde e, quando exigido, no Certificado Veterinário Internacional (CVI).
Se o seu pet ainda não foi identificado, esse costuma ser o primeiro passo do planejamento, antes de agendar vacina ou sorologia — isso evita retrabalho e atraso no cronograma.
Vale reconferir se o número do microchip está legível e igual em todos os documentos (carteira, atestado, CVI). Divergências são um dos motivos mais comuns de problema em despacho.
Vai morar fora, estudar ou começar uma nova vida? Planejamos a documentação do seu pet junto com a sua.
Férias, intercâmbio ou uma temporada longe de casa. O destino é seu — o cuidado com o seu pet é nosso.
Se você prefere antecipar prazos e evitar imprevistos, conte com uma equipe veterinária especializada.
Quando a parte burocrática está em boas mãos, sobra espaço para pensar no que realmente importa: viver a próxima aventura.
Eu estava perdida com os prazos da sorologia e do CVI. A Viagem Pet organizou tudo, explicou cada etapa e conseguimos embarcar para Portugal sem sustos. A Lola chegou tranquila e eu também.
Atendemos famílias na capital e em cidades da região metropolitana, com praticidade e atenção personalizada.
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